A diferença do vegetarianismo e do veganismo | Historias de vegetarianos | Entrevista
Hello, como vocês estão?
Recentemente eu andei pensando e avaliando e descobri que
muitas pessoas não sabem a diferença do vegetarianismo e do veganismo. Então,
decidi fazer um post falando sobre vegetarianismo e aproveitar para deixar bem
claro a diferença entre eles. Irei deixar algumas histórias de pessoas
vegetarianas no final desse post.
Primeiro o que é veganismo? Porque precisamos saber disso?
Para pararmos de confundir vegetarianismo com veganismo e
vir e versa. Então vamos la
Veganismo é um estilo de vida, que não depende, somente de
não consumir produtos de origem animal ou animal. Veganismo também quer dizer
não utilizar produtos e não frequentar locais que maltratam ou utilizam de
animais. Exemplos: Rodeios, produtos com testes em animais, lã, etc.
Agora que já sabemos o que é veganismo, vamos descobrir o
que é o vegetarianismo e ver relatos de pessoas vegetarianas, espero que
gostem.
O que é vegetarianismo?
É um regime alimentar baseado no consumo de alimentos de
origem vegetal. Ou seja, uma dieta sem consumo de carne.
Mas isso não significa que alguns vegetarianos não consomem
produtos de origem animal, como: Mel, leite, gelatina, balas de colágeno, etc.
Agora que entendemos que o Vegetariano somente não consome
carne e o vegano não consome nada de origem animal ou um animal, e também não
utiliza nada ou frequenta locais que possam estar maltratando animais, podemos
seguir em frente e ler as histórias de algumas vegetarianas. Gostaria de trazer
relatos de veganas, mas não consegui.
CAROL: Tudo começou com uma aposta que fiz comigo mesma. Eu ia
passar 6 meses na Índia, fazendo um estágio numa cidadezinha pequena aonde não
se podia comer nenhum tipo de carne. Tive a ideia então de testar ficar sem
comer carne durante meu intercâmbio, e ver como meu corpo reagia
Era mais uma brincadeira, eu tinha certeza que quando eu
voltasse para casa voltaria a comer, eu era a maior carnívora da família, comia
carne todos os dias em todas as refeições. Estando na Índia sem carne ao meu
redor, o período inicial foi muito fácil. Depois de uns meses comecei a viajar
para cidades maiores, via McDonalds e BurguerKings, e ai o meu desafio começou
a apertar, mas mantive firme e forte.
Eu comecei a pesquisar sobre alimentação vegetariana, pra
ver se estava me alimentando direito, aprender sobre nutrientes, até porque
passei por vários problemas de saúde na Índia, e foi aí que descobri "a
verdade". É a verdade que todo mundo se esconde, mas os vegetarianos e
veganos conseguiram absorver e fazer algo a respeito: de onde vem a carne que
você come. Comecei a ver documentários, ler livros e conhecer pessoas que
falassem sobre o assunto
E aí fiz uma ligação que é impossível de se desfazer: a
carne é um animal morto. Que viveu uma vida de dor e sofrimento, só pra fazer
parte do meu prato. A partir dai comecei a sentir nojo, não associar mais carne
como comida, e foi um caminho sem volta! Passou a ser natural não comer carne,
sem nenhum esforço!
É como se eu tivesse me transformado em outra pessoa. Meu
corpo era mais leve, funcionava melhor, eu me sentia mais feliz!!! Foi uma
transformação total! Voltei pra casa vegetariana e militante!!! Tentando
mostrar pra todo mundo que essa mudança é linda e necessária! Primeiro foi
pelos animais, depois aprendi que é por mim mesma também, e é claro que pelo
planeta! Quanto mais a gente estuda sobre o assunto, mais fico certa de que o vegetarianismo
é a única opção valida!
PALOMA:‘Transforme o pensamento, o paladar e a vida (para melhor)’! Essa frase (que
sempre digo), na minha opinião, é a perfeita definição do encontro com o veganismo. Afinal, tudo começa com a nossa mudança de percepção, relacionada a um respeito indistinto e não condicionado à nenhuma espécie, e vai se expandindo para todas as áreas da nossa vida, de alimentação a vestuário, por exemplo, até que passe a ser um propósito, uma vontade de querer
que a justiça e o bem sejam gerais e irrestritos, sejam possíveis para todos os seres.
Comigo não foi diferente! E vou explicar porquê.
Quando criança comer carne era algo estranho, incômodo. Eu não gostava da textura, do sabor, e achava absurdamente anormal consumir partes de seres que já tinham estado vivos, seres amigos (minha mãe conta que, por vezes, eu chorava e simplesmente me recusava a comer). Mas, embora tivesse tais opiniões, quando somos crianças as decisões dos nossos pais têm um peso muito forte, e, naquela época, eles acreditavam que
o consumo de carne estava relacionado a uma boa saúde, ou seja, viam como algo necessário (a opinião deles mudou drasticamente, hoje em dia eles também são veganos).
Enfim, com o passar dos anos, apesar de ainda não me sentir confortável em consumir carne, eu continuava a fazê-lo, fosse por praticidade ou simples conveniência. Apenas ao entrar na
adolescência comecei, aos poucos, a me questionar. E foi justamente aí que surgiram minhas primeiras tentativas de me tornar vegetariana (todas frustradas). Convenhamos, mudanças
de hábitos levam tempo, e, para que elas sejam efetivas e realmente duradouras, a gente tem que ter paciência, respeitando nossos passos.
Anos mais tarde, já adulta, tive o suporte que me faltava: os conhecimentos da minha irmã, que tinha se formado, e se especializado, em Nutrição. Ou seja, com o auxílio dela eu comecei a entender os grupos de alimentos, o que seria necessário substituir e etc. Assim, passei a,
gradativamente, fazer alterações na minha rotina alimentar (mas
ainda, mesmo que em pequena quantidade, consumia carne, queijos, ovos e etc.).
No início desse ano, por motivos profissionais, eu e meu noivo ficamos sabendo que teríamos
que nos mudar para o Uruguay! Pronto, aí tive certeza que meus planos de me tornar vegetariana iriam por água abaixo!rs Para quem não sabe, o Uruguay é um dos países que mais consome carne no mundo, e esse consumo, aqui, é algo hiper enraizado, visto como
tradição. Mas o destino adora surpreender, não é?!rs Eu não só me tornei vegetariana, como fui além e encontrei o modo de vida mais positivo que eu poderia escolher: o veganismo.
Vou explicar melhor! Na frase inicial do texto disse que o encontro com o veganismo parte, inicialmente, da transformação dos nossos pensamentos, certo? Pois é. Embora eu, desde sempre, não me sentisse bem em consumir carne, eu ainda não tinha despertado para o que acontecia "nos bastidores", em como tinha sido a vida daquele animal (antes
de ter um prato como fim), eu não tinha pensando em tantos e tantos pontos essenciais. Acontece que esses questionamentos surgiram justamente na minha vinda para o Uruguay.
Viemos de carro, por causa do meu filhinho de 4 patas, o Joaquim, que não pode viajar de avião.
Ao cruzar a fronteira e entrar no país, seguindo para Montevideo (um pouco mais de 400 km), foram horas e horas de uma sensação bucólica, uma calmaria sem igual, e olhando pela janela do carro eu quase não via pessoas ou casas, mas via muitos e muitos animais
pelo caminho. Comecei, então, a não só olhar para eles, eu passei a querer realmente enxerga-los, seus olhares, sua respiração, seu jeito de caminhar sob o sol. Passei a enxergar que, da mesma forma que eu estava viva, dentro daquele carro, sempre prezando pela minha vida, eles, lá nos campos, faziam o mesmo. E nenhum de nós tínha/tem o direito de atingir e ferir a vida do outro.
Essa viagem, com vários momentos de reflexão, foi o que eu precisava! A partir dali, passei
a pesquisar, a estudar, ver documentários, ler livros sobre essa situação animal e, quando dei por mim, havia acontecido:
meu pensamento já não era o mesmo, meu paladar também não poderia ser. Consumir carne, então, deixou de ser apenas desconfortável, passou a ser, para mim, inaceitável.
O mesmo se deu com os derivados de animal, como leite, ovos e queijos.
Assim, como aqui no Uruguay as opções vegetarianas estritas são escassas, passei a cozinhar
muito em casa, inventar receitas, fazer testes, estudar possibilidades. E eu comecei a curtir tanto isso, que decidi compartilhar essas experiências, e, quem sabe, motivar quem já passou pelas mesmas tentativas frustradas que eu já havia passado. Foi aí que
surgiu o Paveg, um Blog que eu faço com toda minha alma, com todo meu coração.
Com o tempo, além da alimentação, o respeito aos animais prevaleceu sobre todas as minhas escolhas:
cosméticos, roupas, acessórios, produtos de higiene pessoal, de limpeza e etc. Eu passei a fazer questão de não financiar qualquer tipo de crueldade. Ainda tenho algumas peças e produtos da época que não tinha essa percepção (como blusas de lá, seda,ou
algumas maquiagens), mas o que importa é que eles jamais serão novamente comprados.
Enfim, a partir do vegetarianismo estrito, o encontro com o veganismo foi algo natural. E, posso
garantir, eu senti e sinto, a cada dia, a grande transformação que houve na minha vida. Além de hoje dedicar total apoio à causa animal, passei a me preocupar infinitamente mais com
a saúde ambiental (sempre foi um fator que mexeu comigo, mas hoje está realmente presente). E não é só, o veganismo, por estimular o respeito e a expansão da nossa empatia, tem despertado em mim a vontade de ser melhor (como pessoa) a cada dia, de fazer mais pelo Planeta em que eu vivo, de fazer mais pelos outros.
Novamente falando sobre a frase inicial, essas transformações são tão positivas, que geram um
sentimento profundo de gratidão. Sou grata por cada passo que dei até adotar esse modo de vida, e meu jeito de retribuir é tentar ao máximo difundi-lo. Vejo a cada dia mais pessoas com esse mesmo intuito, e isso me enche de felicidade. Quem sabe um dia todos estaremos nessa mesma sintonia, quem sabe um dia todos olharão para trás e acharão absurdo já terem causado o sofrimento de seres inocentes em razão de simples satisfação pessoal (alimentar).
Para concluir, já que comecei o texto com frase, nada mais justo do que terminar com outra (e uma que eu acho perfeita)!rs:
"Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário
civilizar o homem em relação à natureza e aos animais." (Victor Hugo)
sempre digo), na minha opinião, é a perfeita definição do encontro com o veganismo. Afinal, tudo começa com a nossa mudança de percepção, relacionada a um respeito indistinto e não condicionado à nenhuma espécie, e vai se expandindo para todas as áreas da nossa vida, de alimentação a vestuário, por exemplo, até que passe a ser um propósito, uma vontade de querer
que a justiça e o bem sejam gerais e irrestritos, sejam possíveis para todos os seres.
Comigo não foi diferente! E vou explicar porquê.
Quando criança comer carne era algo estranho, incômodo. Eu não gostava da textura, do sabor, e achava absurdamente anormal consumir partes de seres que já tinham estado vivos, seres amigos (minha mãe conta que, por vezes, eu chorava e simplesmente me recusava a comer). Mas, embora tivesse tais opiniões, quando somos crianças as decisões dos nossos pais têm um peso muito forte, e, naquela época, eles acreditavam que
o consumo de carne estava relacionado a uma boa saúde, ou seja, viam como algo necessário (a opinião deles mudou drasticamente, hoje em dia eles também são veganos).
Enfim, com o passar dos anos, apesar de ainda não me sentir confortável em consumir carne, eu continuava a fazê-lo, fosse por praticidade ou simples conveniência. Apenas ao entrar na
adolescência comecei, aos poucos, a me questionar. E foi justamente aí que surgiram minhas primeiras tentativas de me tornar vegetariana (todas frustradas). Convenhamos, mudanças
de hábitos levam tempo, e, para que elas sejam efetivas e realmente duradouras, a gente tem que ter paciência, respeitando nossos passos.
Anos mais tarde, já adulta, tive o suporte que me faltava: os conhecimentos da minha irmã, que tinha se formado, e se especializado, em Nutrição. Ou seja, com o auxílio dela eu comecei a entender os grupos de alimentos, o que seria necessário substituir e etc. Assim, passei a,
gradativamente, fazer alterações na minha rotina alimentar (mas
ainda, mesmo que em pequena quantidade, consumia carne, queijos, ovos e etc.).
No início desse ano, por motivos profissionais, eu e meu noivo ficamos sabendo que teríamos
que nos mudar para o Uruguay! Pronto, aí tive certeza que meus planos de me tornar vegetariana iriam por água abaixo!rs Para quem não sabe, o Uruguay é um dos países que mais consome carne no mundo, e esse consumo, aqui, é algo hiper enraizado, visto como
tradição. Mas o destino adora surpreender, não é?!rs Eu não só me tornei vegetariana, como fui além e encontrei o modo de vida mais positivo que eu poderia escolher: o veganismo.
Vou explicar melhor! Na frase inicial do texto disse que o encontro com o veganismo parte, inicialmente, da transformação dos nossos pensamentos, certo? Pois é. Embora eu, desde sempre, não me sentisse bem em consumir carne, eu ainda não tinha despertado para o que acontecia "nos bastidores", em como tinha sido a vida daquele animal (antes
de ter um prato como fim), eu não tinha pensando em tantos e tantos pontos essenciais. Acontece que esses questionamentos surgiram justamente na minha vinda para o Uruguay.
Viemos de carro, por causa do meu filhinho de 4 patas, o Joaquim, que não pode viajar de avião.
Ao cruzar a fronteira e entrar no país, seguindo para Montevideo (um pouco mais de 400 km), foram horas e horas de uma sensação bucólica, uma calmaria sem igual, e olhando pela janela do carro eu quase não via pessoas ou casas, mas via muitos e muitos animais
pelo caminho. Comecei, então, a não só olhar para eles, eu passei a querer realmente enxerga-los, seus olhares, sua respiração, seu jeito de caminhar sob o sol. Passei a enxergar que, da mesma forma que eu estava viva, dentro daquele carro, sempre prezando pela minha vida, eles, lá nos campos, faziam o mesmo. E nenhum de nós tínha/tem o direito de atingir e ferir a vida do outro.
Essa viagem, com vários momentos de reflexão, foi o que eu precisava! A partir dali, passei
a pesquisar, a estudar, ver documentários, ler livros sobre essa situação animal e, quando dei por mim, havia acontecido:
meu pensamento já não era o mesmo, meu paladar também não poderia ser. Consumir carne, então, deixou de ser apenas desconfortável, passou a ser, para mim, inaceitável.
O mesmo se deu com os derivados de animal, como leite, ovos e queijos.
Assim, como aqui no Uruguay as opções vegetarianas estritas são escassas, passei a cozinhar
muito em casa, inventar receitas, fazer testes, estudar possibilidades. E eu comecei a curtir tanto isso, que decidi compartilhar essas experiências, e, quem sabe, motivar quem já passou pelas mesmas tentativas frustradas que eu já havia passado. Foi aí que
surgiu o Paveg, um Blog que eu faço com toda minha alma, com todo meu coração.
Com o tempo, além da alimentação, o respeito aos animais prevaleceu sobre todas as minhas escolhas:
cosméticos, roupas, acessórios, produtos de higiene pessoal, de limpeza e etc. Eu passei a fazer questão de não financiar qualquer tipo de crueldade. Ainda tenho algumas peças e produtos da época que não tinha essa percepção (como blusas de lá, seda,ou
algumas maquiagens), mas o que importa é que eles jamais serão novamente comprados.
Enfim, a partir do vegetarianismo estrito, o encontro com o veganismo foi algo natural. E, posso
garantir, eu senti e sinto, a cada dia, a grande transformação que houve na minha vida. Além de hoje dedicar total apoio à causa animal, passei a me preocupar infinitamente mais com
a saúde ambiental (sempre foi um fator que mexeu comigo, mas hoje está realmente presente). E não é só, o veganismo, por estimular o respeito e a expansão da nossa empatia, tem despertado em mim a vontade de ser melhor (como pessoa) a cada dia, de fazer mais pelo Planeta em que eu vivo, de fazer mais pelos outros.
Novamente falando sobre a frase inicial, essas transformações são tão positivas, que geram um
sentimento profundo de gratidão. Sou grata por cada passo que dei até adotar esse modo de vida, e meu jeito de retribuir é tentar ao máximo difundi-lo. Vejo a cada dia mais pessoas com esse mesmo intuito, e isso me enche de felicidade. Quem sabe um dia todos estaremos nessa mesma sintonia, quem sabe um dia todos olharão para trás e acharão absurdo já terem causado o sofrimento de seres inocentes em razão de simples satisfação pessoal (alimentar).
Para concluir, já que comecei o texto com frase, nada mais justo do que terminar com outra (e uma que eu acho perfeita)!rs:
"Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário
civilizar o homem em relação à natureza e aos animais." (Victor Hugo)
RAÍSSA: Eu virei vegetariana, pois, tinha um vizinho que carneava
clandestinamente animais para vender. E com o passar do tempo eu comecei a me
sentir triste e comovida com a dor que aqueles animais passavam, então resolvi
ir falar com ele, pedir que parasse e como ele nem se importou, e ninguém
entendi, eu resolvi deixa para lá. Mas o tempo ia passando e eu ia me sentindo culpada
por aquilo e já que eu não poderia fazer nada para mudar as atitudes dele eu
resolvi mudar as minhas.
No começo foi meio difícil do meu organismo se adaptar,
porque eu não comia coisas que me sustentavam, mas com o passar do tempo
comecei a ler sobre alimentação vegetariana e ai resolvi ir a uma nutricionista
e hoje faz 3 anos que sou vegetariana e estou super feliz assim.
JÊNIFER: Então, desde bem pequena eu sempre fui de questionar muito sobre todas as coisas. Perguntava até sobre assuntos que eu nem entendia, mas queria muito ter conhecimento de tudo. Na infância, eu vivia no sítio da minha família paterna, onde eles criavam animais para consumo. Desde o momento em que eu presenciei uma cena que jamais vou esquecer, minha maior questão foi: “POR QUE AMAMOS ALGUNS ANIMAIS E MATAMOS OUTROS?”. Essa dúvida ninguém sabia me responder. A partir do momento que comecei minha vida escolar, comecei a ter convívio com muitas pessoas diferentes, e via que nenhuma delas tinha essa mesma dúvida ou até mesmo a resposta para o que eu queria tanto. Minha grande questão ficava cada dia mais latejante na minha mente. Sim, eu tinha 6 anos e já sofria com esses pensamentos persistentes.
Isso me acompanhou por anos e anos, até que um dia, justamente na escola, minha professora de ciências passou um documentário sobre a alimentação das espécies. Eu assistindo aquelas imagens que mostravam frigoríficos, matadouros e afins, que mostravam o sofrimento de tantos seres que não tinham como evitar aquela crueldade toda, percebi que naquele momento eu sozinha, com meus 11 anos de idade, tinha que tomar uma decisão que iria me acompanhar pro resto da minha vida. Foi nesse dia que decidi que seria vegetariana. Foi nesse dia que decidi que eu faria parte de uma pequena porcentagem de pessoas que tinham a mesma visão que eu. Eu comecei a pesquisar muito sobre o assunto, e fiquei muito feliz ao saber que eu não seria mais responsável pela morte de animais que mereciam e merecem ser amados como qualquer outro.
Hoje, vejo que muitas pessoas passam por um processo até migrarem totalmente para uma alimentação vegetariana/vegana. E vejo que para mim, foi uma decisão fácil, pois, eu já estava nesse caminho a muitos anos, só não tinha completo discernimento ainda.
Enfim, o tempo foi passando e fui vendo que a nossa “minoria” foi tomando uma grande proporção, que as opções de substituição já não eram mais raras e que se tornou um estilo de vida.
E como não mencionar aqui a pergunta que ouço tanto, que é sempre a mesma: “E QUANDO TIVER FILHOS VAI PROIBIR DE COMER CARNE?” Gente, eu apenas ensinarei que devemos amar todos os animais da mesma forma, que todos merecem ser amados, cuidados e protegidos igualmente.
Espero do fundo do meu coração que esse número cresça cada dia mais, que as pessoas tomem consciência de que somos todos da mesma espécie e que merecemos ter os mesmo direito de viver. Esse é meu maior desejo!!!
Me sigam no instagram @raimodernel.
Isso me acompanhou por anos e anos, até que um dia, justamente na escola, minha professora de ciências passou um documentário sobre a alimentação das espécies. Eu assistindo aquelas imagens que mostravam frigoríficos, matadouros e afins, que mostravam o sofrimento de tantos seres que não tinham como evitar aquela crueldade toda, percebi que naquele momento eu sozinha, com meus 11 anos de idade, tinha que tomar uma decisão que iria me acompanhar pro resto da minha vida. Foi nesse dia que decidi que seria vegetariana. Foi nesse dia que decidi que eu faria parte de uma pequena porcentagem de pessoas que tinham a mesma visão que eu. Eu comecei a pesquisar muito sobre o assunto, e fiquei muito feliz ao saber que eu não seria mais responsável pela morte de animais que mereciam e merecem ser amados como qualquer outro.
Hoje, vejo que muitas pessoas passam por um processo até migrarem totalmente para uma alimentação vegetariana/vegana. E vejo que para mim, foi uma decisão fácil, pois, eu já estava nesse caminho a muitos anos, só não tinha completo discernimento ainda.
Enfim, o tempo foi passando e fui vendo que a nossa “minoria” foi tomando uma grande proporção, que as opções de substituição já não eram mais raras e que se tornou um estilo de vida.
E como não mencionar aqui a pergunta que ouço tanto, que é sempre a mesma: “E QUANDO TIVER FILHOS VAI PROIBIR DE COMER CARNE?” Gente, eu apenas ensinarei que devemos amar todos os animais da mesma forma, que todos merecem ser amados, cuidados e protegidos igualmente.
Espero do fundo do meu coração que esse número cresça cada dia mais, que as pessoas tomem consciência de que somos todos da mesma espécie e que merecemos ter os mesmo direito de viver. Esse é meu maior desejo!!!
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Próximo post na terça-feira, agenda do blog no meu stores (instagram)
até sexta-feira.
Beijos de arco íris😘🌈
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